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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

PSICOPEDAGOGIA HOSPITALAR

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O VINCULO AFETIVO DA CRIANÇA HOSPITALIZADA COM A APRENDIZAGEM



A proposta da Psicopedagogia hospitalar é ser o interlocutor de todos os que passam por internações. Embasados na técnica e na pratica utilizando todo o seu conhecimento para criar um mundo onde as pessoas se preocupam umas com as outras. Promovendo a integração entre a criança, a família, a escola e o hospital, amenizando os traumas da internação e contribuindo para a interação social em busca da qualidade de vida intelectiva e sociointerativa.
A Psicopedagogia hospitalar contribui para a melhoria da qualidade de saúde e auto-estima dos pacientes internados proporcionando uma intervenção com ludicidade, humanização e aprendizagem, onde o psicopedagogo atuará de forma coesa, afetiva e humanizadora conectando-se com toda equipe multidisciplinar, criando um elo entre as especialidades, integrando novas ideias e ressignificando.
No processo de hospitalização se faz necessário a atuação do psicopedagogo que, devido sua formação interdisciplinar é um dos profissionais mais aptos a esta modalidade, para realizar diversas atividades, levantar a auto-estima e direcionar caminhos para que o paciente aprenda a conviver com as diversas dificuldades que irá ter que passar, por conseqüência de sua doença. Toda esta equipe acompanha, direta ou indiretamente, todas as etapas de uma internação, que em geral são enfrentadas de forma diferente por cada indivíduo hospitalizado.
A sensação de dor, por exemplo, é sentida diferentemente de acordo com a idade do paciente e de acordo com diferenças individuais. Nessa hora, nossa intervenção ganha uma razão de ser, mas não é ainda, necessariamente aquilo que traz a cura, logo, não é essencial. Ainda não é fácil de distinguir entre a dor e outras agressões de que a criança é a vítima separação da mãe, mudança de quadro, rostos e procedimentos desconhecidos.
Diante de um sujeito doente grave, as ações devem ser precisas e rápidas para que a relação de ajuda seja eficaz e útil. Não sugerimos trazer tarefas de longo desenrolar Os professores são preparados para enfrentar certas surpresas, mas não para evitá-las ou fugir delas.
Nossa intervenção leva em conta o estado emocional da criança que pede socorro quando se nega a uma atividade ou quando é agressiva. Em nossa escuta de Psicopedagogo, devemos agir por uma atividade que possa transpor o sofrimento de angústia, de solidão - Vasconcelos (2000).
 Mesmo assim, muitas vezes as crianças não são capazes de expressar nem de reproduzir o que as faz temer, desenvolvendo angústias, fazendo surgir depressão, revolta ou desespero, ou ainda a possibilidade de regressão no nível de desenvolvimento. Mais uma vez, o psicopedagogo é aquele que faz diferença, trazendo o sentimento de valorização da vida, amor próprio, auto-estima, aceitação e segurança, é função do trabalho psicopedagógico que se insere na esfera hospitalar. Afinal, a aprendizagem é um processo tão amplo e grandioso que ocorre através de interações, em qualquer lugar.
Diante do sofrimento e dor cada criança reage de maneira adversa com agitação, agressividade, silêncio etc. tornando assim difícil de propor atividades psicopedagogicas, mas não podemos desistir deixar se contaminar pelas adversas reações que a doença ocasiona nas crianças, afinal estaremos ali para recuperar a auto-estima, cultivar esperança, e ajudar a enfrentar as situações que terá que vivenciar no hospital.
O ambiente hospitalar é caracterizado por ser um local frio, de sofrimento e dor, onde a criança se sente desprotegida, sozinha e desamparada, e é justamente esta imagem que deve ser mudada com a presença do psicopedagogo, inserindo o lúdico, com apoio de brinquedos, jogos e histórias para amenizar o enfrentamento dessa situação estressante e adversa que é a hospitalização, podendo ser realizado no próprio leito da criança ou na brinquedoteca hospitalar.
 Em todos os hospitais como em qualquer instituição, existem regras e normas, que devem ser cumpridas para o bom andamento da instituição. Portanto não interfira no trabalho do outro profissional, pode ate discordar, e expor sua opinião, mas tudo feito com embasamento teórico que o psicopedagogo deve ter e não em achismo.
Ser sutil e fazer vínculos afetivos com todos os setores é preciso mostrar que não somos espiões da direção do hospital. Estudar sobre as doenças ali encontradas para nosso aperfeiçoamento profissional. Ser sempre amiga compartilhando com as equipes vitoria e dores. Distribuir energia positiva com sorrisos e clima amigável. É importante que o psicopedagogo tenha clareza de sua função no hospital, evitando assim, interferência no trabalho dos profissionais da saúde; deverá utilizar sua competência e suas habilidades para trabalhar em conjunto com esses profissionais.
Percebe-se que os desafios são muitos, dentre eles a valorização da importância do psicopedagogo em ambientes que não são a escola. É um campo de atuação que, aos poucos, vem conquistando seu espaço. Para isso tem que ser um profissional competente, ter engajamento e estar sempre se atualizando com os cursos que necessita para ser capaz de exercer bem a sua função contribuindo de forma eficaz para que o paciente sofra o mínimo possível. Poderá resgatar vários sentimentos como aceitação, autoestima, segurança e uma melhor qualidade de vida.  Com ética, profissionalismo, sensibilidade e amor ao que se faz é possível realizar um bom trabalho psicopedagogico hospitalar.

Artigo: Maria do Carmo Abreu Silva Amambahy
Pedagoga e Psicopedagoga Clínica Institucional.
 Fonte:

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

VOCÊ POSSUI INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS?

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Para o renomado psicólogo americano Howard Gardner, autor da teoria das “Inteligências Múltiplas”, o ser humano é capaz de desenvolver várias formas de pensar:

A inteligência verbal ou linguística aparece aos dois anos de idade, porém vai-se definindo ao longo da vida. As pessoas que possuem essa inteligência desenvolvida, mesmo sem ter passado pela escola, conseguem organizar suas frases de forma clara e objetiva. Normalmente são pessoas que gostam de ler, escrever, tem boa memória, ótima verbalização e sabem debater. Aparece mais em escritores, poetas e profissionais da área de publicidade e jornalismo. Se essa inteligência não é bem desenvolvida na infância, o indivíduo apresenta dificuldades na fala ou não se interessa por aulas de outros idiomas.

Lógico-matemática, está presente em pessoas que podem enxergar as projeções geométricas, têm facilidade para solucionar problemas matemáticos, da área da informática, química ou física. Pessoas como mestres-de-obras, economistas, engenheiros e matemáticos a tem em evidência. A criança que se recusa a estudar matemática provavelmente não possui essa inteligência desenvolvida.

Espacial, aparece em pessoas com bom sentido de localização, facilidade com mapas, gráficos e diagramas. As crianças que possuem essa inteligência costumam brincar com amigos imaginários. Está presente em arquitetos, navegadores, jogadores de xadrez e estrategistas. Normalmente não aparece em crianças que apresentam dificuldades em se localizar ou em descrever pequenos trajetos e evitam matérias como geografia.

Pictórica, ligada a pessoas com facilidade em se expressar através dos desenhos, pinturas e esculturas, cria imagens mentais. Os pintores, escultores e artistas plásticos possuem essa inteligência mais desenvolvida. Normalmente não aparece em crianças que dizem que não conseguem e não sabem desenhar.

A inteligência musical está presente em crianças que se movimentam ao som de uma música como que obedecendo a ordens, pessoas que tem boa entonação de voz, ritmo, timbre e sensibilidade emocional à música. Aparece em compositores, músicos, maestros e cantores. As crianças que não a possui não distinguem sons altos de baixos e não conseguem fazer boa entonação da voz.

Corporal-cinestésica é a capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos utilizando o corpo inteiro ou parte do mesmo. Muito aguçada em bailarinos, jogadores de futebol e outros atletas, cirurgiões, artistas de circo e mecânicos. Precisa ser trabalhada quando a criança não consegue fazer atividades que exigem controle motor refinado, como amarrar cadarços, fazer o número quatro com seu corpo, etc.

Naturalista é a inteligência das pessoas que se descobrem como parte integrante do mundo animal e vegetal. Pessoas que falam com as plantas, com animais e se percebem como folha da árvore desta floresta que é a vida. Não aparece em crianças com pouca criatividade.

Interpessoal, é a maneira como construímos nossas relações com outras pessoas e a forma como nos sentimos completos quando em relação às mesmas. Podemos caracterizar em pessoas com sociabilidade, cooperação, capacidade de fazer amigos, comunicabilidade. Aparece em políticos, professores, líderes religiosos, conselheiros, vendedores, gerentes e relações públicas. Quando a criança não a tem desenvolvida, torna-se muito tímida e se isola das outras.

Intrapessoal, é a inteligência da auto-estima, do auto-respeito e da auto-aceitação, ou seja, é a maneira como a pessoa se vê, como conviver com suas limitações e potencialidades. Aparece em pessoas otimistas, que respeita seus valores morais e princípios. Aparece em psicólogos, filósofos, romancistas, gurus e místicos. Crianças exageradamente egoístas não conseguiram desenvolvê-la.

Assim, vimos que o cérebro de todos é constituído das nove inteligências emocionais e isso tem ajudado muito a escola, os professores, os pais e os próprios alunos a entenderem seu processo de aprendizagem. Os professores bem como a escola, de forma geral, precisaram passar por períodos de reciclagem a fim de buscar novas formas de trabalho, que constituam no respeito à integridade do indivíduo, bem como as formas de avaliar os alunos, através da sensatez e da sensibilidade, proporcionando aos mesmos fazerem trabalhos individuais, em grupos, pesquisas e participação nas aulas

 Fonte: 

domingo, 6 de janeiro de 2013

GUIA DE ORIENTAÇÃO AOS PAIS

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Que todos tenham uma semana abençoada...Beijos




Este Guia tem o objetivo de fornecer uma orientação inicial básica para os Pais que, tendo um filho portador de necessidades especiais, muitas vezes, ficam sem saber qual deverá ser o encaminhamento para o tratamento mais adequado.
É muito difícil escrever sobre sentimentos e necessidades, e não há a pretensão de abranger toda a complexidade do assunto, mas sim auxiliá-lo nos primeiros passos para compreender um pouco mais as necessidades de seu filho. A presença de uma pessoa portadora de deficiência na família exigirá uma redefinição de papéis, mudanças de atitudes, valores e novos estilos de vida, ou seja, a família terá que lidar não somente com as pressões internas, mas também com aquelas exercidas pelas forças sociais externas.
A família passa por várias fases neste processo de compreensão / adaptação / aceitação do filho deficiente,e a partir do momento em que começa a perceber as necessidades da criança, inicia uma busca por informação, esclarecimentos e orientações. Após o choque inicial, a família deve procurar observar de forma realista o estado de evolução de seu filho e buscar mecanismos que o ajudem a desenvolver ao máximo sua capacidade.
Você poderá encontrar aqui algumas respostas às suas ansiedades e também obter uma orientação inicial de como procurar um profissional ou a instituição mais adequados.
Lembre-se, a menos que você diga, ninguém saberá que você e sua criança precisam de ajuda.
Crianças com deficiência reagem a menos estímulos do ambiente, e suas respostas a estes estímulos são demoradas, necessitando de trabalho contínuo para que possam tirar proveito das experiências. Assim, desde o início, a criança e sua família ficam em contato com diversos profissionais ligados à área de saúde e educação, que, cada qual na sua especialidade, pode oferecer orientações quanto aos cuidados necessários, além de estímulos adequados, como higienização, alimentação, comunicação e acima de tudo, facilitar o dia-a-dia da família. A educação e o suporte familiar são os fatores mais importantes no desenvolvimento da criança deficiente.

O PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS

A deficiência compreende uma anomalia do corpo humano, podendo ser longa ou permanente, que de alguma forma dificulta ou impede o indivíduo na realização de determinadas ações. Assim, pode causar certa incapacidade no rendimento de suas atividades. Esta incapacidade gera limitações como diminuição de autonomia, mobilidade, atividades de lazer, integração social, independência e conduta.
Os tipos de deficiência são: Física, Mental, Auditiva, Visual e Múltipla. O termo “Portador de Necessidades Especiais” abrange todos os tipos de deficiência, uma vez que todos os deficientes, sejam eles mentais ou físicos, possuem necessidades diferentes. Neste guia será abordado apenas os assuntos relacionados à Deficiência Mental e Transtorno Abrangente do Desenvolvimento.

                                     DESENVOLVIMENTO INFANTIL
 Existem características comuns ao desenvolvimento de todas as crianças consideradas normais. Assim sendo, podem ser estabelecidos certos padrões esperados para cada idade.
É importante lembrar que as crianças herdam características de seus pais, mas são também influenciadas pelas experiências proporcionadas pelo ambiente em que vivem. Seu desenvolvimento, portanto, está condicionado por diversos fatores.
A seqüência apresentada a seguir aborda alguns aspectos do desenvolvimento normal e possibilita a identificação da fase em que seu filho se encontra.

                                Fases do Desenvolvimento Infantil

1º mês 2º a 3º mês
 Não sustenta a cabeça;
Mãos fechadas;
Membros inferiores em flexão;
Movimentos reflexos;
Reflexos de sucção;
Sorriso reflexo de satisfação interna.
Pode manter a cabeça reta;
Apresenta movimentos oculares;
Ergue a cabeça a 45 graus;
A mão pode ser aberta passivamente;
Acompanha com os olhos objetos próximos;
Segura objeto colocado na mão;
Volta a cabeça para sons suaves.

3º mês 3º a 4º mês
 Sustenta melhor a cabeça;
Ergue a cabeça a 90 graus, estando de bruços;
Apoia-se sobre o ante braço, cotovelos e dedos
flexionados;
Mãos abertas - busca com as mãos;
Vê, brinca, suga dedos e mãos.
Controla a cabeça;
Pega objetos com a mão inteira quando oferecidos
(preensão palmar);
Tenta alcançar objetos e freqüentemente erra o alvo;
Ri alto

4º a 5º mês 5º a 6º mês
 Mantido na vertical sustenta parte do peso e dá
pulinhos no colo;
Solta objetos que estão nas mãos;
Manipula com as duas mãos ao mesmo tempo;
Olha ao redor;
Leva tudo à boca;
Solta um objeto quando é oferecido outro.
Ergue a cabeça e os ombros;
Apoia-se com os braços e com as mãos estendidas;
Estando de barriga para baixo vira-se para cima;
Mantido na vertical salta na ponta dos dedos;
Transfere os objetos de uma mão para outra;
Segura os pés;
Olha objetos e busca alcançá-los.

6º a 7º mês 7º a 8º mês
Estando de barriga para cima vira para baixo;
Alcança e agarra tudo;
Bate objetos;
Olhos acompanham rapidamente mudando ofoco;
Percebe texturas diferentes com a ponta dos dedos;
Sorri para a própria imagem no espelho.
Protege-se quando sente que vai cair;
Senta por algum tempo com costas retas e apoio das mãos;
Segura dois objetos;
Atira tudo para o chão;
Procura objetos que caem;
Mantido na vertical fica em pé e realiza movimentos de marcha.

8º a 9º mês 9º a 10º mês
 Rasteja sobre o abdomen;
Senta por longo tempo;
Inclina-se para frente e para o lado;
Inicia preensão com os dedos;
Brinca de dar e pegar;
Olha cuidadosamente para as coisas antes de tentar alcançá-las;
Compreende uma palavra isolada;
Estende os braços para ser carregado;
Encontra algo escondido debaixo de um pano
(noção de permanência do objeto).
Senta sozinho;
Fica de pé com apoio;
Move objetos para frente e para trás horizontalmente;
Imita sons;
Reconhece objetos.

10º a 11º mês 11º a 12º mês
 Engatinha sobre mãos e joelhos;
Segura contas com os dedos;
Levanta-se segurando na mobília.
Começa a dar os primeiros passos;
Dá alguns passos sendo seguro pelas mãos;
Obedece a algumas ordens como: “não”, “vem”,etc.
Aponta.

12º a 15º mês 15º a 18º mês
 Fica de pé;
Inicia a comer com a colher;
Não leva mais tudo à boca;
Pronuncia uma palavra corretamente;
Compreende que as coisas e as pessoas têm nome;
Estende as pernas quando está sendo vestido.
Sobe escadas;
Caminha com pés separados;
Localiza rapidamente os sons;
Compreende algumas frases simples.

18º a 24º mês
 Desce escadas engatinhando para trás;
Sobe escadas de pé, sozinho, segurando no corrimão;
”Corre” desajeitadamente;
Caminha lateralmente;
Chuta bola;
”Salta” desajeitadamente quando segura por ambas as mãos;
Come com a colher;
Arremessa, mas sem direção definida;
Ajuda a despir-se;
Leva a mão ao lugar dolorido;
Balbucia imitando o tom e o ritmo da mãe;
Repete sons;
Fala frases de duas palavras;
Compreende frases curtas;
Localiza sons em outra sala;
Aponta para algumas partes do corpo.

                                Distúrbios do Desenvolvimento Infantil
 Nem sempre o desenvolvimento de uma criança ocorre de maneira considerada normal. Através da comparação com o desenvolvimento da maioria das crianças podemos observar alguns fatos ou
comportamentos que se desviam dos padrões de normalidade. Quando um atraso no desenvolvimento físico, mental, emocional ou na aquisição da fala for observado é conveniente consultar o pediatra, que poderá confirmar ou não a suspeita de um problema.
Podem ocorrer atrasos globais ou específicos. Uma criança pode apresentar desenvolvimento físico normal e não falar, ou falar bem e não aprender. Mesmo possuindo inteligência normal, pode ter dificuldades específicas, que estejam impedindo a aprendizagem. Todos os atrasos merecem atenção, pois a criança pode precisar de ajuda para superá-los.
Quanto mais cedo a deficiência mental ou algum tipo de transtorno do desenvolvimento for diagnosticado, maior será a possibilidade de se evitar o sofrimento emocional causado por exigências inadequadas às quais a criança não poderia corresponder.
Através dos recursos proporcionados por uma educação adequada, uma criança pode aprender tudo o que seu potencial permitir e desenvolver habilidades básicas indispensáveis para que seu desempenho se aproxime da normalidade. Problemas de comportamento, agitação excessiva ou agressividade podem ter causas que permitam serem tratadas. Mesmo que sua origem seja apenas conseqüência de fatores ambientais, uma orientação psicológica ou educacional poderá ajudar a resolver o problema. E, quando já no momento do nascimento, alguma anormalidade for constatada, a ajuda deve ser imediata, pois quanto mais cedo o problema for enfrentado, maiores serão as chances de progresso.
É sempre bom lembrar que, embora uma situação seja nova para nós, muitas outras pessoas já viveram situações semelhantes ou já dedicaram muitos anos de sua vida a estudar estas questões, sendo, portanto, úteis para esclarecer dúvidas e apontar caminhos. Você pode recorrer a elas.

                                     COMO AJUDAR SEU FILHO
Se você percebeu que seu filho não está se desenvolvendo como as outras crianças, notou que há algo de diferente nele...
Investigue, pois existem muitas alternativas que podem estar ocorrendo. A primeira delas é que você pode estar enganada. Não sofra antes da hora.
O próximo passo a ser dado é marcar uma consulta no pediatra de sua confiança, pois ele poderá orientá-lo quanto à necessidade de buscar outros especialistas.
O neurologista orientará quanto ao tratamento clínico mais adequado para o seu filho.
Quanto mais cedo iniciar o atendimento, maiores serão as chances de conseguir bons resultados.
A melhor maneira de superar este choque, é enfrentá-lo.
Pergunte ao médico e aos terapêutas o que você deverá fazer para ajudar seu filho a cada dia.
Ele precisa brincar com você e você pode dar oportunidade para que ele se torne cada vez mais independente.
Família e amigos, assistentes sociais, médicos e terapêutas podem dividir suas preocupações com você.
Crianças com necessidades especiais precisam de suporte constante e encorajamento de toda a família, mãe, pai, irmãos, irmãs.
Lembre-se que seu filho fará progressos e você encontrará a felicidade de uma maneira inesperada.
As necessidades de seu filho irão mudar quando ele crescer. Certifique-se que vocês estão
completamente informados sobre como estimular seu desenvolvimento e sua independência.
Se você tiver dúvidas, não hesite, pergunte !

                 ONDE ESCLARECER DÚVIDAS, A QUEM PROCURAR?
 Para que seu filho tenha o melhor desenvolvimento possível, você deve recorrer a serviços profissionais. Nas próximas páginas você vai encontrar uma breve descrição dos serviços que podem auxiliá-lo.
Atendimentos médicos:
Pediatra: É aquele que atende e acompanha a criança desde o nascimento. Faz diagnóstico e tratamento de doenças de uma maneira geral. É muito importante a presença de um pediatra na hora do nascimento e no acompanhamento do desenvolvimento da criança.
Neurologista: Tem como especialidade a avaliação e o tratamento de hiperatividade, disfunções cerebrais, problemas de atenção, convulsões e problemas motores, entre outros. No caso de ser observada alguma lentidão ou anormalidade no desenvolvimento da criança, uma consulta ao neurologista é aconselhável.
Fisiatra: Tem como especialidade o diagnóstico e tratamento através da medicina física, visando a
reabilitação.
Psiquiatra: Tem como especialidade o diagnóstico e tratamento dos distúrbios mentais.
Geneticista: Tem como especialidade o diagnóstico das causas e síndromes genéticas através de exames genéticos específicos. Ele irá averiguar se você corre ou não o risco de ter outros filhos com problemas de ordem hereditária.

Atendimentos Clínicos:
Psicologia: Tem como objetivo a avaliação dos aspectos emocionais e intelectuais. É o psicólogo que aplica testes de inteligência e faz psicoterapia, quando necessário. Em muitos casos os distúrbios de conduta podem ser agravados quando se tem um maior nível de consciência das próprias limitações. Esta consciência pode levar a pessoa a um estado de desorganização geral ou, ainda, em casos extremos, a um estado depressivo onde o indivíduo pode perder o interesse pelo ambiente.
Psicopedagogia: Tem como função o diagnóstico e terapia das dificuldades de aprendizagem.
Fonoaudiologia: Tem como função o diagnóstico e o tratamento das alterações e/ou defasagens do
desenvolvimento da fala.
Terapia Ocupacional: O Terapeuta Ocupacional atua na prevenção da incapacidade, através de estratégias adequadas que visam proporcionar ao indivíduo o máximo de desempenho e autonomia em suas funções pessoais, sociais e profissionais. Se necessário, estuda e desenvolve adaptações que contribuem para a melhoria da qualidade de vida. Avaliação, tratamento, habilitação e reabilitação de indivíduos com disfunção física, mental, atraso no desenvolvimento neuromotor e social.
Fisioterapia: Tem como objetivo a reabilitação física e o estímulo em caso de atraso no desenvolvimento físico.
Atendimento Escolar:
Existem algumas possibilidades de atendimento escolar para portadores de necessidades especiais:Escolas públicas/particulares de ensino regular com salas especiais, inclusão em salas normais e Escolas Especiais. Há ainda as oficinas pedagógicas ou oficinas de trabalho protegido, locais para portadores de deficiência mental já adultos ou menos comprometidos e que possuam habilidades.
Oficinas Pedagógicas ou Oficinas de Trabalho Protegido
Geralmente nas escolas especializadas existem oficinas pedagógicas, locais em que são trabalhadas habilidades motoras básicas e são descobertos interesses dos aprendizes. Nessas oficinas seu filho estará em contato com diversos materiais diferentes, ferramentas e equipamento simples, que poderão experimentar sem compromisso com a produção.
Existem, também, as oficinas protegidas de trabalho. São locais onde os portadores de necessidades especiais realizam atividades de trabalho em um ambiente protegido. São destinadas a adultos e pessoas com um baixo grau de comprometimento, que possam realizar trabalhos manuais, sob supervisão constante.
Os objetivos principais deste tipo de oficina são:
* Oferecer emprego provisório como preparação e treinamento para o emprego competitivo.
* Oferecer emprego a longo prazo para aqueles que, devido à severidade de sua incapacidade,
provavelmente não serão capazes de obter emprego competitivo.
Atendimentos Complementares:
Brinquedoteca: A Brinquedoteca é um espaço criado para que as crianças possam brincar bastante. Brincar é a atividade educacional mais completa, pois desenvolve os aspectos sociais, cognitivos, motores e afetivos. Para uma criança especial a Brinquedoteca proporciona oportunidade de aprender de maneira lúdica, permitindo assim que desenvolva suas potencialidades, brincando.
Expressão Corporal: Nosso corpo é fonte riquíssima de aprendizagem. As crianças portadoras de
necessidades especiais apresentam às vezes dificuldades ligadas a área sensorial. O trabalho mais específico de expressão corporal auxilia a criança a perceber-se como pessoa e a estabelecer relações, sejam elas espaciais, temporais ou sociais.
Equoterapia: É uma forma alternativa de atendimento terapêutico na qual se utiliza o cavalo como
meio de reabilitação. É indicada para pacientes portadores de disfunções do movimento, que incluem paralisia cerebral, esclerose múltipla, e outras afecções que afetam o controle postural e do equilíbrio.
Natação Especial: É realizada com portadores de necessidades especiais que precisam de atendimento individualizado. A água é utilizada como meio terapêutico, uma vez que diminui o peso corporal, o que facilita a realização de exercícios específicos. Por causa da temperatura aquecida, também atua como relaxante. Participando da natação especial, os alunos têm condições de melhorar a aptidão física, a coordenação motora, a capacidade respiratória e a tonicidade muscular.
Hidroterapia: É uma terapia realizada dentro da água. É indicado para crianças que apresentam
deficiências físicas e motoras. Diferencia-se da natação especial, por não haver o comprometimento com o ensino da natação, e sim com a melhoria de dificuldades específicas.
Musicoterapia: É a utilização da música para possibilitar o desenvolvimento de um processo terapêutico, mobilizando aspectos bio-psico-sociais do indivíduo com o objetivo de minimizar suas dificuldades.
Facilitando a integração no meio social, a musicoterapia utiliza instrumentos musicais, sons, músicas e o próprio corpo do paciente e do terapeuta. As crianças com dificuldades de comunicação podem encontrar na música uma nova forma de comunicação e expressão.
Informática – O objetivo geral da aplicação da informática é utilizar o ambiente computacional de
aprendizagem para pesquisar o papel que o computador desempenha na avaliação e educação das pessoas com necessidades especiais, levando-se em conta os diferentes tipos de dificuldades que pessoas apresentam (problemas sensoriais, motores, cognitivos, neurológicos, linguísticos, etc.). É uma ferramenta que auxilia o processo de aprendizagem, através dos softwares educacionais e internet. Através de projetos, focalizados em atualidades o aluno tem acesso a todos recursos de pesquisa na web e usa as ferramentas do computador com maior interesse e aceita desafios com tranqüilidade, assim, obtém-se maiores resultados no desenvolvimento global.
Acompanhante de Lazer: Não tem compromisso terapêutico. Acompanha a criança em atividades de lazer.
Acompanhante Terapêutico: O trabalho do acompanhante é de auxiliar a criança e adolescente portador de necessidades especiais. É feito por profissionais especializados. As atividades são realizadas nas residências ou em passeios para pessoas impossibilitadas de se relacionar e movimentar-se pelos espaços sociais.
Artes: A arte é uma forma importante de expressão. A expressão plástica é mais uma fonte de
comunicação. As crianças especiais podem explorar tintas, argilas, massas e outros materiais que
proporcionam oportunidade para desenvolvimento da criatividade, do senso de estética, da coordenação viso-motora, entre outras habilidades.

Fonte: http://educinfantcoordcpjm.spaceblog.com.br/1811699/GUIA-DE-ORIENTACAO-AOS-PAIS-Criancas-com-dificuldades-de-Aprendizagem/

sábado, 5 de janeiro de 2013

10 Filmes inspiradores sobre educação

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Precisando de um pouco de inspiração – ou talvez inquietação – para esse começo de ano?
Educ-ação, projeto sem fins lucrativos que estimula a busca de novos modelos educacionais, selecionou dez filmes sobre educação que podem ajudar nessa procura.
A lista traz desde lançamentos independentes a clássicos dos anos 80, nacionais e internacionais, que questionam os projetos pedagógicos muitas vezes opressor das escolas e o papel do professor na formação do aluno. Confira os trailers – e, em alguns casos, até o filme na íntegra!

1 – A Sociedade dos poetas mortos, de Peter Weier (1989)
O longa-metragem norte-americano conta a história de um professor de poesia que dribla os valores tradicionais e conservadores da escola onde trabalha e motiva seus alunos a contestarem e serem livres pensadores.
 

2 – Corrida para lugar nenhum, de Vicky Abeles (2010)
Documentário mostra como a pressão da escola e da família para que os jovens sejam bem-sucedidos traz traumas psicológicos irreversíveis. O filme faz uma crítica à cultura da competitividade e da alta performance vigente na educação dos Estados Unidos.

3 – Pro dia nascer feliz, de João Jardim (2006)
Trata-se de um diário de observação da vida de adolescentes no Brasil em escolas públicas e particulares de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco. O documentário flagra as angústias e inquietações dos alunos e como eles se relacionam no ambiente fundamental para sua formação.

4 – Escritores da Liberdade, de Richard La Gravenese (2007)
Em um contexto social problemático e violento, uma jovem professora que trabalha em um bairro periférico nos Estados Unidos ensina seus alunos valores de tolerância e disciplina, promovendo uma reforma educacional na comunidade.

5 – A onda, de Dennis Gansel (2008)
O filme alemão conta a história de um professor do Ensino Médio que, ao assumir um curso sobre autocracia, decide proporcionar uma experiência prática que explique os mecanismo de fascismo e poder.  No decorrer do enredo, o longa-metragem aborda o contexto de uma juventude desmotivada e descrente em um futuro diferenciado.

6 – Ser e Ter,de Nicholas Philibert (2002)
O documentário mostra a rotina de uma escola no interior da França em que crianças de várias idades dividem a mesma sala de aula, modelo educativo comum na região. Além de ressaltar a influência do educador na formação dos alunos, “Ser e Ter” abre a mente para as diversas possibilidades de educação.


7 –The Wall, de Alan Parker (1982)
Com o roteiro escrito por Roger Water, ex-Pink Floyd, “The Wall” faz uma crítica ao ensino voltado somente para a acumulação de conteúdo, sem relacioná-lo com a rotina dos alunos, e também à opressão muitas vezes exercida por professores autoritários.


8 – Waiting for Superman, de Davis Guggenheim (2010)
A crise da educação pública nos Estados Unidos é o tema central do documentário, que apresenta ainda a busca incessante dos educadores por uma saída dentro de um sistema problemático.


9 – Entre os muros da escola, de Laurent Cantet (2009)
O filme francês expõe o choque cultural e social dentro de uma sala de aula, entre professor e alunos que vivem em constante conflito.  Como sustentar um projeto pedagógico quando os estudantes não demonstram disposição e interesse é o foco da questão.


10 – A educação proibida, de German Doin (2012)
O longa-metragem argentino, produzido de forma independente e disponível gratuitamente na Internet, mostra 45 experiências de ensino não convencionais. A ideia é incentivar que se repense as metodologias, valorize a diversidade educativa, a liberdade pedagógica e curricular. Assista, na íntegra:


Fonte: http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/01/02/conheca-10-filmes-inspiradores-sobre-educacao/

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Minha experiência durante o estágio

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Olá pessoal,

Como postei em meu perfil, a psicopedagogia entrou na minha vida de uma forma inesperada, quando eu não imaginava que poderia fazer algo novo acontecer, e que mudaria literalmente a minha vida.
Agradeço a Deus, por isso ter acontecido. Agora me sinto completa, estou feliz e realizada, em estar concluindo a pós-graduação.
Sei que todos os dias terão que aprender sobre essa linda profissão, também sei que, o que eu aprender, vou compartilhar com meus colegas, sejam de profissão ou simplesmente com aqueles que se interessam pelo assunto, quero somente contribuir para o crescimento de todos, inclusive o meu.
Quero antes, fazer alguns agradecimentos: Á minha família, que muito me incentivou e contribuiu para esta realização, e a minha amada filha que ajudou a criar esse lindo Blog. Digo sempre, minha família minha base. Aos meus professores da pós-graduação, que com seus conhecimentos contribuem para minha formação. Aos colegas de classe, que com suas experiências de outras áreas acrescentam e muito ao nosso saber.
Assim que entrei neste curso, tive a certeza, estou no caminho certo. Já faz um ano e meio que me descobri. Tenho mais oito meses de curso pela frente, afinal 2 anos não são dois dias. O melhor que descobri durante o curso, foi a possibilidade que a Psicopedagogia nos permite seguir, é como um leque de opções. Quando fazemos a opção de cursar Psicopedagogia Institucional, podemos atuar em escolas, hospitais, empresas em Ongs etc. Já opção Clínica, lhe dá o direito de abrir seu próprio consultório e trabalhar com crianças, adolescentes e adultos. Por isso a importância quando se matricular em uma Faculdade, observar se ela oferece a opção deste curso em Psicopedagogia Clínica e Institucional, por que só assim poderá atuar nas duas áreas, algumas oferecem só opção Clínica e outras só Instituição.
Outro fato que quero compartilhar, é que durante o decorrer do curso, senti que as disciplinas ministradas pelos professores por mais capacitados que são, o tempo também é pouco para um curso extenso como esse, eu necessitava de buscar outras fontes de informações. Foi então que comecei minha pesquisa, pelo tão conhecido e famoso Google, e pela biblioteca da faculdade. Sempre sendo cautelosa com o site que eu pesquisava. Nasceu dessas pesquisas, a minha primeira apostila para pais, professores e estudantes desta área, sobre as dificuldades de aprendizagem. É um material simples, para que todos possam entender de uma maneira descomplicada, porém abordando todas as dificuldades. Por isso recomendo, se há algum assunto na Psicopedagogia que lhe interessa, faça uma pesquisa e você descobrirá algo incrível. No momento, tenho me interessado por um tema específico, quem sabe logo nascerá, fruto de outra pesquisa, e estarei postando aqui..rs
Quando cheguei à parte do estágio, não estava insegura, graças às leituras contínuas que fiz.
O primeiro passo do estágio foi procurar um espaço que eu pudesse fazer o atendimento.
O segundo foi ir a uma escola e conversar com a coordenadora que me indicou um aluno, que apresentava dificuldades de aprendizagem.
Terceiro passo entrei em contato pelo telefone com a mãe dessa criança, dizendo quem eu era, o motivo pelo qual eu estava entrando em contato, a importância que seria para o filho dela, caso houvesse interesse em levá-lo á um diagnóstico. Marquei um encontro na clínica que eu atenderia. Ela aceitou.
O encontro pessoal serve para quebrar o "gelo", e para nos aproximarmos mais das pessoas (pais e a própria criança). É importante criar um vínculo, uma confiança, até por que, isso ajuda em todo o processo de diagnóstico. Esse é o quarto passo.
Após esse contato, iniciam-se então as sessões de diagnóstico. Vou enumerar e dizer o que é feito em cada uma ou melhor o que eu fiz(minha experiência).
1 Sessão- Realizei a anamnese (com a mãe). O ideal é que esteja presente o pai também. Caso não tenha nenhum dos dois, a pessoa mais indicada é a mais próxima de convivência da criança (tia, tio, avó, etc) . O questionário de anamnese utilizei o que se encontra no livro: Manual Prático do Diagnóstico Psicopedagógico da autora, Simaia Sampaio. O importante é que não se torne cansativo a entrevista por ser extenso o questionário. Prestar atenção, por que uma resposta pode responder a pergunta ou várias seguintes, ficando assim desnecessário repeti-las.
2 Sessão- Essa é onde teremos o primeiro contato com a criança. Aqui realizamos a E.O.C.A (entrevista operativa centrada na aprendizagem). O material que será utilizado nesta sessão, é o de leitura (livros, revistas, gibis etc, condizentes com a faixa etária), escrita (folha sulfite, borracha, lápis, canetinha, giz de cera, caneta comum, etc) e o de matemática (jogos de raciocínio lógico, jogos diversos etc). O objetivo é observar, a temática que envolve o significado das atividades em seu aspecto, a dinâmica do sujeito (gestos, tom de voz, modo de sentar, modo de manipular os objetos etc) e o produto feito pelo paciente (escrita, leitura etc) podemos assim nos permitir uma primeira avaliação.
3 Sessão- Provas operatórias de Piaget (foram aplicadas conforme a idade do cliente)
4 e 5 Sessão- Reservei para provas op. Piaget.
6 e 7 Sessão- Apliquei Testes projetivos
8 e 9 Sessão- Realizei outros testes (lateralidade, noções espaciais e temporais, esquema corporal) caso você não tenha material, um exemplo que posso dar é, brincar de mímica, "morto- vivo", jogar almofadas com a mão esquerda, e pedir que ele pegue com a direita, e trocar depois os comandos, enfim use a criatividade.
10 Sessão- Esta última é a Devolução, ou seja, um documento que conterá o que foi diagnosticado. Este poderá ser solicitado pela escola ou por outros profissionais. É bom redigir para cada solicitante, um informe diferente, por questões de algumas informações serem resguardadas. Outro ponto será mencionar as recomendações como troca de escola ou de turma, amenizar a superproteção dos pais etc, além de encaminhar quando julgar necessário para outros profissionais como psicólogo, fonoaudiólogo, pediatra, neurologista etc. Vale lembrar, o quão é importante ressaltar também no informe os aspectos positivos do cliente. Já postei um modelo de informe do meu estágio, caso alguém tenha dúvida em elaborar.
Bem por hoje é só, ou melhor, por enquanto. Qualquer dúvida e se eu puder esclarecer, meu email é: tais_psicopedagoga@hotmail.com