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terça-feira, 22 de novembro de 2016

TAMARA

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Diante de alguma dificuldade, você desistiria ou iria em frente, atrás de seus sonhos? 
Isso é o que nós mostra essa curta-metragem de animação criada por House Boat Animation Studio,   que conta a história de uma menina surda que sonha ser bailarina. 




terça-feira, 8 de novembro de 2016

Positividade

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Vi esse vídeo circulando na rede social e achei incrível!!

Poderia se tornar uma prática diária com os filhos, e também  usar da positividade para se trabalhar com os alunos em sala de aula estimulando-os em sua auto-estima. Que tal?


domingo, 6 de novembro de 2016

Vídeo, vale a pena assistir!

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Que mudança significativa na vida de todos os alunos, se realmente as escolas e professores começassem a ver as diversas formas que cada um tem para aprender. Sensacional esse vídeo.




Fonte: https://www.facebook.com/aprendizageminterativa/videos/810752145733556/


Tabela Montessori

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Descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade.

Todos nós queremos que os nossos filhos se tornem adultos responsáveis e educados. No entanto, a maioria dos pais passa o dia a limpar a bagunça de suas crianças. Se elas não forem ensinadas desde muito cedo a ajudar nas tarefas, dificilmente o farão quando crescerem.
Maria Montessori foi uma das grandes pedagogas do século XX. Ainda hoje muitos pais seguem suas ideias para educar com sucesso as crianças usando a lógica, o bom senso e a calma. Assim, os filhos conseguem desenvolver uma personalidade harmoniosa e equilibrada.
A maioria são afazeres domésticos. O cumprimento destas tarefas irá ajudar os mais pequenos a desenvolver o seu pragmatismo, habilidades motoras e experiência sensorial, fazendo-os sentir úteis e importantes.

Créditos-Fonte: 
http://blogsupermae.com/a-tabela-montessori-descubra-quais-as-tarefas-que-seu-filho-pode-fazer-sozinho-e-em-que-idade/

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Você Sabe AMAR?

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Reflexão.....




Eu estou aprendendo. Estou aprendendo a aceitar as pessoas, mesmo quando elas me desapontam, quando fogem do ideal que tenho para elas, quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas.

Não é fácil aceitar as pessoas assim como elas são não como eu desejo que elas sejam, mas como elas são! É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo.

 Estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a escutar, escutar com os olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos.

Escutar o que diz o coração, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas.
Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais; descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta.

Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vangloria exagerada. Descobrir a dor de cada coração. Aos poucos, estou aprendendo a amar.

Estou aprendendo a perdoar, pois o amor perdoa, lança fora as mágoas, e apaga as cicatrizes que a incompreensão e insensibilidade gravaram no coração ferido.

O amor não alimenta mágoas com pensamentos dolorosos. Não cultiva ofensas com lástimas e autocomiseração. O amor perdoa, esquece, extingue todos os traços de dor no coração. Passo a passo, estou aprendendo a perdoar, a amar.

Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra dentro de cada vida, de todas as vidas, valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão, carinho e aceitação, pelas experiências duras vividas ao longo dos anos. Estou aprendendo a ver nas pessoas a sua alma, e as possibilidades que Deus lhes deu.

Estou aprendendo, mas como é lenta a aprendizagem! Como, é difícil amar, amar como Cristo amou! Todavia, tropeçando, errando, estou aprendendo... Aprendendo a pôr de lado as minhas próprias dores, meus interesses, minha ambição, meu orgulho, quando estes impedem o bem-estar e a felicidade de alguém.  (Autor desconhecido)

Aprender a amar... Aprender a desapegar-se
Isso equivale a aprender a ser inteiro, ser livre.

Mas são aprendizados muito difíceis, que requerem fé em Deus, fé na vida, confiança nas pessoas e no futuro.

Somente duas coisas podem nos ajudar nessa tarefa: o tempo que nos amadurece,  nos faz mais humildes e alunos de tudo; e a espiritualidade, que nos dá conhecimento interior e, com ele a certeza de não nos perdermos nos labirintos do caminho.

( Pe. Luiz Carlos do Nascimento )

quarta-feira, 8 de junho de 2016

“Semelhanças e Diferenças em crianças com autismo e aquelas crianças com apraxia de fala”

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Boa noite pessoal,Recebi este texto  em meu email, da fonoaudióloga estadunidense Tracy Vail, e que foi traduzido pela Mariana Chuy. advogada e mãe do Gabriel.O texto está disponível no site http://apraxiabrasil.org  e fala sobre às “Semelhanças e Diferenças em crianças com autismo e aquelas crianças com apraxia de fala”. que por sinal é muito interessante, e vou compartilhar com vocês. Espero que gostem. 

Att,


Taismara.



De antemão, a fim de evitar interpretações distorcidas, esclareço que um ou outro diagnóstico são igualmente pesados de serem recebidos. Não há aqui, qualquer intenção de classificar um ou outro em graus de maior ou menor dificuldade. O objetivo é tentar buscar o correto diagnóstico para se ter o correto e adequado tratamento. Marquei em negrito e sublinhado a parte mais conclusiva do texto.


“No início da minha carreira eu me dediquei a acompanhar crianças muito jovens e me especializei no tratamento de crianças com autismo. Minha experiência clínica tem sido a de que, possivelmente, sobre 20% das crianças com autismo que eu vejo também têm apraxia de fala. Esses distúrbios podem ocorrer isoladamente ou em combinação. Os médicos e coordenadores de casos de intervenção precoce muitas vezes encaminham as crianças para os serviços fonoaudiológicos quando vêem que possuem "tendências autistas" e muitas vezes bem antes que o diagnóstico tenha sido confirmado.
Após 22 anos, tenho notado que parece haver um grupo de crianças que demonstram tendências autistas quando são muito jovens, mas mais tarde em vez disso são diagnosticados com apraxia de fala. Muitas dessas crianças têm problemas sensoriais e não são muito social. (É difícil ser social, quando ninguém entende você!) Algumas crianças muito pequenas com apraxia podem até apresentar alguns comportamentos de jogo perseverative no início, mas normalmente os superam  muito rapidamente. Ambos os distúrbios são muitas vezes descritos como tendo uma base neurológica.
Como tenho quatro filhos, eu sei o quão desesperadamente os pais querem saber exatamente o que está acontecendo com a sua criança. É assustador obter qualquer dos diagnósticos para o seu filho, especialmente quando você começa a coleta de informações e a ouvir tantos relatórios de progresso e prognóstico para a melhoria. Isto é uma verdade tanto para apraxia quanto para o autismo. É normal passar por um processo de luto sempre que você recebe a notícia de que seu filho tem uma deficiência e eu entendo a necessidade dos pais para progredir através dos estágios do luto. Eles precisam conversar e obter o apoio de outras pessoas.
Ainda assim, quando uma criança é muito, muito jovem, eu nem sequer discuto um diagnóstico, mas em concentrar-se em identificar e tratar os sintomas. As razões são que, primeiro, o diagnóstico de autismo requer uma equipe de profissionais com experiência em uma variedade de áreas de desenvolvimento. Um fonoaudiólogo não pode, por razões éticas, diagnosticar o autismo de forma independente, mesmo se ele ou ela estivessem com muitos indicativos sobre o diagnóstico de uma criança em particular. Em segundo lugar, eu vi muitas crianças com diagnóstico de autismo vir para a clínica com dois anos e ter o diagnóstico retirado mais tarde. (Por favor, que fique claro que nestes casos a criança foi diagnosticada incorretamente e não que a tenhamos "curado"). Eu também vi casos de crianças que têm o diagnóstico descartado aos dois anos de idade, mas mais tarde o autismo é confirmado. A questão é que não estamos lidando com uma ciência exata o suficiente para dizer com certeza para muitas das crianças. A mesma coisa pode ser dita para crianças com apraxia de fala.
Eu não quero parecer insensível ou não dar o devido apoio aos pais quando sentem que precisam de mim para validar suas impressões de diagnóstico de seu filho. Eu quero que os pais sejam apoiados e consolados e recomendo grupos de apoio e aconselhamento, se necessário. Eu apenas sinto que o meu papel como fonoaudióloga deve se concentrar em ajudar os pais a aprenderem a ensinar habilidades específicas para seu filho. Temos tempo limitado e devemos priorizar a forma de gastá-lo.
Determinamos as necessidades de serviços para cada criança com base na gravidade dos sintomas apresentados. Se vemos problemas no planejamento motor, abordamos esses. Se vemos problemas sensoriais, abordamos esses. Se vemos problemas sociais, abordamos esses. Realmente não importa porque "razão" contanto que as áreas problemáticas sejam tratadas. Eu penso que nós podemos gastar uma grande quantidade de tempo e energia, tanto como pais e profissionais, centrando-nos em comportamentos específicos para "provar" ....ele é ou não é?? A verdadeira resposta virá com o tempo quando a criança nos ensinar como ele aprende melhor e se movimenta nos estágios de desenvolvimento. Podemos lidar com isso quando chegar a hora e saber que de qualquer forma, o progresso vai continuar. Nem mesmo o diagnóstico pode fornecer uma imagem do que a criança irá "parecer" em vinte anos. O melhor que podemos fazer para todas as crianças é dar-lhes o melhor e a mais intensa intervenção precoce possível.

[Tracy Vail, MS, CCC-SLP, é fonoaudióloga há mais de 25 anos, praticando tanto na escola pública e clínicas privadas. Ela tem um interesse específico em crianças com autismo e apraxia de fala na infância. Ela atualmente possui um consultório particular, “Let´s Talk”, em Raleigh, NC, onde ela fornece ambos os serviços diretos e consultivos. Ela também é ex-presidente da North Carolina Speech, Hearing and Language Association. Além disso, ela tem contribuído com artigos para o site da Apraxia-Kids.]
Tradução: Mariana Chuy. advogada e mãe do Gabriel

segunda-feira, 6 de junho de 2016

CARTA DE UMA ALUNA PSICOPEDAGOGA

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Boa tarde,
Gostaria de compartilha com vocês, esta carta que foi compartilhada na rede social, e que sem dúvida é um incentivo e ao mesmo tempo nos mostra o quanto temos que aprender sempre.

Carta de uma aluna psicopedagoga


Após 4 anos cursando a faculdade de Psicologia, quero compartilhar algumas experiências.
A essa altura cheguei à conclusão que todo (a) psicopedagogo (a) formado, seja clínico ou institucional, deveria fazer uma outra graduação. E digo isso não só para adquirir mais conhecimentos, mas principalmente para entender na pele as queixa dos alunos.
Quando me dizem: “Tenho muita coisa para estudar!”, “Não sei para que estou estudando esse assunto”, “Alguns professores não são bons e outros são fantásticos”, quando mencionam coisas desse tipo, eu sei exatamente do que estão falando.
Estudando tenho a oportunidade de desenvolver melhores técnicas de estudo para dar conta de tanta coisa e compreender na prática que nem todos aprendem da mesma maneira, pois temos ritmos diferentes, maneiras diferentes, e a técnica que serve para mim, talvez não sirva para meu colega.
Aprendi também que é preciso ter muita, mas muita organização para dar conta e dessa forma posso entender melhor um aluno que não é organizado com seus estudos e conseguir ajudá-lo melhor em sua organização de calendários, entrega de trabalhos, apresentação de grupos, preparação de uma aula. E se não tiverem organização podem ter baixo desempenho e serem taxados de alunos com dificuldades de aprendizagem, sem ter dificuldades para aprender.
Consigo entender melhor quando meu aluno diz: “Eu queria estar jogando futebol e não estudando essas provas”, e aí penso “Eu queria estar escrevendo mais livros ou dando mais palestras", ao invés de negar por falta de tempo, e assim posso ajudá-lo a compreender que há fases que precisamos abrir mão de algumas coisas em benefício de outras que nos serão úteis.
Também consigo entender esse cansaço que é assistir aula todos os dias do ano com exceção das férias e compreender quando ele diz que gostaria de ficar dormindo um pouco mais ao invés de levantar às 5:30 da manhã para assistir aula e algumas muito chatas por sinal, mas que também levanto disposta toda vez que sei que terei uma aula com um ótimo professor ou professora e então tenho cada vez mais certeza como é importante uma aula dinâmica e bem ministrada porque aprendemos mais.
E entender também que as provas, por mais que digam que é apenas um instrumento de medida, é na verdade um terror, que nos amedronta, nos estressa, porque se não tirarmos uma boa nota perderemos a matéria ou vamos para final. Mas poderei dizer a meu aluno, com propriedade, que para alcançar uma boa nota tudo dependerá dele não acumular assunto, colocar em dia sua aprendizagem, diminuir o tempo que fica em redes sociais, organizar-se, ter boas estratégias cognitivas e metacognitivas e poder estudar de maneira mais eficaz.
É literalmente aprender a nadar entrando na água e não somente observando.
E diante de todas as minhas atribuições de mãe, de esposa e de trabalhadora, e por conseguir passar por isto, incentivo muito que psicopedagogos façam psicologia ou outra área afim. É cansativo? Sim. É exaustivo? Sim. Mas a quantidade de aprendizagem de conteúdo e de tudo que acabei de relatar, que está me servindo demais em meus atendimentos com meus pacientes principalmente com adolescentes e alunos de faculdade, posso dizer que vale muito à pena.
Quem já fez curso comigo sabe o quanto incentivo meus alunos a estudarem e buscar mais e mais fontes de informação e passar por algumas situações de aprendizagem como essa. Só passando por dificuldades evoluímos.
E esse texto saiu numa pausa nos estudos em meio a uma semana de provas estressantes, mas é também nesse período que sei exatamente como meus pacientes se sentem na semana de provas.
Essa é uma aprendizagem e tanto. Isso não tem preço!
Simaia Sampaio
05/06/2016.