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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

INSTITUTO PARADGMA

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                                                             Instituto Paradigma
                                                                           Educação






MULTIPLIQUE A INCLUSÃO

Depois de mais de duas décadas de trabalho, auxiliando instituições públicas, privadas e o terceiro setor, é hora de iniciarmos um novo ciclo. O nosso trabalho de consultoria chega ao fim, mas o Instituto Paradigma continua dedicado a compartilhar amplamente todo o conhecimento e metodologias de trabalho, que acumulamos e construímos ao longo dessa nossa caminhada.
Como primeiro passo, criamos a nossa Biblioteca Virtual. Assim, transformaremos os usuários do nosso site em multiplicadores da inclusão, contribuindo, dessa forma, para a construção de uma sociedade cada vez mais acessível e inclusiva.
Confira os materiais e as informações disponíveis, faça uso e multiplique esse conhecimento.
Pessoas Incluindo Pessoas.
FONTE:
Para saber mais acesse:
Acesse e confira: https://goo.gl/WfGWh3
Reunimos para você um acervo com mais de 300 arquivos, entre artigos, cartilhas, decretos, imagens, áudios e vídeos, destinados a promover a INCLUSÃO, por meio do conhecimento.
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

TRAGÉDIA EM GOIÁS- BULLYING

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BOA TARDE QUERIDOS LEITORES,

Vamos refletir?

Estou sumida admito, mas como mencionei em alguns posts passados, devido a problemas familiares. Bem, mas vamos a uma reflexão que gostaria de deixar aqui.Infelizmente mais uma tragédia que acomete nossos jovens. É um assunto delicado e devemos ter cuidado antes de colocar na balança, o certo e errado, o achismo e as teses e estudos sobre comportamento humano. Ao ler um post publicado na rede social, me deparei com questões afirmativas que o que ocorreu nesta tragédia NÃO FOI BULLYING, o autor deste texto chama-se: Jordan Campos. Pois bem, li, e reli o texto, e irei compartilhar com vocês, para que cada um possa refletir e que o Bullying é um problema social. Discordo sim, de algumas falas e pensamentos do autor, não quero aqui colocar minha opinião, mas trazer o que realmente é o Bullying. Após o texto irei deixar minha reflexão sobre o que li. Vejamos o texto:



Por Jordan Campos 
Sim, um adolescente matou dois colegas de escola com uma arma de fogo. Sim, pessoas desinformadas e com a ajuda da mídia espalham que o bullying foi o motivo. Não, não foi este o motivo. E vou aqui explicar um pouco sobre tudo isto.Sou pai de quatro filhos, psicoterapeuta clínico de crianças, jovens e adultos e discordo completamente da “desculpa esfarrapada” desta pseudo-versão dos fatos. Bullying é o resultado de um abuso persistente na forma de violência física ou psicológica a uma outra pessoa. Bullying não é a piada sem graça, a ofensa solta ou uma provocação por conta do odor resultante da falta de desodorante por quatro dias, que foi exatamente o “caso” do adolescente que matou seus colegas. O motivo pelo qual o jovem assassinou seus colegas é um conjunto de fatores na formação de sua personalidade sob responsabilidade de seus pais.
O GATILHO que deu o start em seu plano de matar pode ter surgido da provocação de seus colegas, sim. Foi uma reação desmedida, autoritária, perversa e calculada a um conflito em que ele se viu inserido. A falta de preparo emocional e educacional deste jovem para lidar com frustrações é o ponto alto deste simples quebra-cabeças. Quando somos colocados frente a um conflito, ou o enfrentamos, ou fugimos ou paralisamos. As vítimas de bullying costumam paralisar e passam anos no gerúndio do próprio verbo que identifica este problema. Bullying é uma ressaca, um trauma no gerúndio, que vai minando as forças, destruindo a autoestima e a identidade frágil de suas vítimas.
No caso do adolescente em questão ele não teve tempo de ser vítima de bullying, ele simplesmente enfrentou a provocação de ser chamado de fedorento com base em sua formação de personalidade, filosofia de vida, exemplos e criação, reagindo. Colegas de sala disseram que ele era adorador do nazismo, cultuava coisas satânicas e quando provocado dizia que seus pais, que são policiais, iriam matar os provocadores se ele pedisse!!!! BINGO!!!!
NÃO FOI BULLYING - Por mais espantoso que possa ser, desculpem mídia e pseudo-sábios filósofos contemporâneos - o garoto matou porque tinha na sua formação de personalidade uma espécie de autorização para fazer! A identidade deste jovem de 14 anos estava formada em um alicerce que permitia isso. Ele provavelmente iria fazer isso logo logo... Na escola, com o vizinho, na briga de trânsito ou com a namorada que terminasse com ele, e isso nada tem a ver com Bullying. A provocação foi apenas o motivo para “fazer o que já se era.”
Agora, falando do Bullying, digo sem pestanejar que o maior culpado pela sedimentação do bullying e suas prováveis repercussões não são os coleguinhas “maldosos”, e sim a FAMÍLIA de quem sofre este tipo de ação. Se quem sofresse bullying fosse um potencial assassino a humanidade estava extinta. Mata-se muito por traições, brigas de trânsito, desavenças de trabalho, machismo, homofobia... Mas não por Bullying. Do contrário - é muito mais provável um suicídio, depressão, implosão.
O que faz com que alguém resista ou não a uma ação que pode virar bullying? Simples – a capacidade do jovem em lidar com frustrações e aprender a enfrentar seus problemas e conflitos. Esta é a maior prevenção ao bullying – aprender a vencer frustrações se submetendo a elas de forma sadia e com orientação. Aprender a respeitar os pais e a vida. Ter lições diárias de cidadania, direitos humanos - mas o mais importante - passar por frustrações e ter apoio dos pais, sem lamentar e encontrar culpados e sim crescer forte entendendo que neste mundo não podemos ter o controle das coisas.
Pais, ensinem seus filhos a respeitarem vocês e aos outros. Sei que muitos de vocês estão cheio de carências, desesperados em relações funcionais fúteis, e projetando em seus filhos o amor que não tiveram de quem acham que deveriam ter. Negligenciam assim o respeito e querem ser amados - isso contribui para fazer jovens fracos, deprimidos, ansiosos, confusos e vítimas fáceis para o bullying. Lembrem-se: só se ama e se valoriza o que se aprende a respeitar!
Obs 01: Este texto foi feito com base em informações disponíveis na imprensa e pela polícia até então. Não é um exame, avaliação ou diagnóstico psicoterapeutico, e sim considerações em tese, de cunho geral de muitos anos atendendo jovens como profissional do comportamento.
Obs 02: Ofensas pessoais serão excluídas e bloqueadas.
Aditivo colocado por mim às 20:37:
Acabei de assistir ao Fantástico e a mídia começou a perceber o que eu disse no texto acima, e agora com bastante cautela perguntam sem afirmar “será que foi bullying?”. Eles entrevistaram o psiquiatra do caso, o delegado, a diretora e uma mãe que perdeu o filho. Observem as respostas:
O psiquiatra do caso disse: “o que causou o ato foi um conjunto de fatores pré-existentes que fizeram uma panela de pressão onde as provocações ou bullying foi apenas a gota d’água fazendo com que ele tenha explodido”.
A diretora da escola ao ser também perguntada sobre o possível bullying, que é uma ocorrência grave e contínua, disse que “não, nunca foi relatado isso” - e eu soube que a escola é excelente da condução pedagógica.
A mãe de um dos adolescentes mortos também ao ser perguntada disse que não acredita que tenha sido bullying, e que nem escola nem seu filho haviam mencionado nada sobre isto.
Apenas o delegado, com base no que ouviu do adolescente sustenta que ele afirma ter matado por bullying. Óbvio! A tese da defesa vai ser esta - é a única que pode atenuar a coisa tanto para o garoto como para seus pais.
Ou seja, o texto que produzi, sem ter contato direto com a situação, parece em total coerência com a verdade acontecida. E alguns leigos ou de má fé quiseram apontar que eu minimizei o bullying. Não, bullying é algo sério, mas não neste caso! Vamos juntos!
Boa noite!
Por Jordan Campos

Então, continuando o meu pensamento, no texto acima podemos observar que o bullying como diz o próprio autor é o resultado de um abuso persistente na forma de violência física ou psicológica a uma outra pessoa. Agora eu digo, que Bullying é sim, piada sem graça, a ofensa solta ou uma provocação que por dias, meses ou anos sabe-se lá por quanto tempo, por conta do odor resultante da falta de desodorante por quatro dias, ou pelo cabelo desalinhado sem pentear, ou pelo uso de roupas que não condizem com o padrão, ou pelo fato de um menino ter as mamas um pouco mais desenvolvidas marcando sua camiseta, ou pelo fato de alguma coisa ou outra não agradar, isso é uma forma de agressão psicológica sim. A partir do momento, que vejo no outro algo que não me agrada, ou que não condiz com o que acho que é o certo, logo me sinto no poder ou no direito de ir contra-"atacando" de forma verbal ou física. Isso é Bullying.
Claro que jovens, carregam variedades de sentimentos devido a mudanças hormonais e as inseguranças que a idade trás. Não quero com isso afirmar ou justificar atitudes de quem faz o bullying ou de quem recebe esse bullying, mas entender. 
Não podemos negar que isso é um mal que não surgiu da noite para o dia, mas há tempos existe, assim como toda forma de maldade. Antes não dávamos nomes quando recebíamos apelidos ou xingamentos, ou quando tínhamos dificuldades com números, ou ler, ou erros na grafia, enfim, hoje damos nomes; a discalculia, disgrafia, bullying entre outras.  

Quem nunca quando criança ou adolescente, teve apelido ou foi vítima de alguma piada sem graça e persistente? A maioria  ou 90% respondam sim. Como cada um irá reagir a essa violência psicológica ou física, dependerá de vários fatores. Assim também, depende de vários fatores quem as comete. Viu como é uma balança equilibrada de quem faz o bullying, como de quem o recebe? Quando existe o repeito ao próximo e o amor, essa balança irá se desequilibrar. Acredito que seja isso, que precisamos pesar mais em nossa balança da vida. E esse "peso" amor e respeito, aprendemos diariamente em nosso lar, com nossos pais, e na escola será reforçado o que aprendemos em casa. Por isso a importância de sermos pais presentes e participativos, atentos e ouvir o que nossos filhos gritam, mesmo que seja através da mudança de comportamento. Infelizmente, famílias foram destruídas e não há nada que possa reverter essa tragédia. Mas podemos ensinar o que Deus nos ensina através de sua palavra, para nossos filhos, isso independe de religião ser A, B ou C ou o abecedário inteiro. 
Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. Marcos 12:30,31Nunca faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você.
Quando nos colocamos no lugar do outro fica mais fácil ver, sentir e controlar os impulsos de agredir fisicamente ou verbalmente, e de até mesmo matar. Já publiquei aqui um post sobre Bullying e vou aproveitar este post que tem tudo haver. Olhem o que escrevi há alguns anos atrás sobre o Bullying: 

Família
(Reflexão Pessoal)

A princípio pensei em falar da família no final do texto, mas após refletir, achei que merecia destaque, e que seria mais que apropriado iniciá-lo, ainda mais quando se trata de um tema como Bullying.Começarei então, com uma pergunta fundamental e que talvez tenhamos nos esquecido de fazê-lá a nós mesmos.O que é Família?Não importa se a família é a tradicional, ou é monoparental, ou se segue qualquer outro modelo, o que importa mesmo é que saibamos educar conforme o que acreditamos e desejamos ser o melhor para nossos filhos e para todos da família. Com o passar do tempo os valores se perderam, o respeito e o amor principalmente, houve na verdade, a morte da família e com ela foram sepultado os princípios de moral e verdade.Os dias atuais exigem que os protagonistas do lar, sejam quase que meros figurantes na peça teatral da vida, a qual chamamos Família.Deixamos, para os jogos de vídeo-game e para o computador, a tarefa de lazer dos nossos filhos, e para escola a tarefa de educar, nos restando somente à tarefa de compensar essas “ausências” através de “presentes”, que achamos irão suprir toda necessidade deixada, levando a uma inversão de papéis.Vejo a maioria da família, atuando como os três “Macacos Sábios” que, não fala, não vêem, e não ouve.Talvez por ser mais fácil ou prático, resultando assim em um produto que será reflexo de nossas atitudes, pois é na família que os filhos desenvolverão sua pesornalidade.Diante dos fatos abordados pelo tema do trabalho, podemos perceber o quão é fundamental a presença da família no que diz respeito à educação e formação do indivíduo como um todo.Na luta diária, devemos sempre procurar resgatar o verdadeiro significado dessa abençoada instituição denominada Família, e que possamos reassumir com responsabilidade o dever que cabe somente a família, que a meu ver incluí três palavras sábias, educar, respeitar e amar, a si mesmo e ao próximo.Nota: Os Três Macacos Sábios ilustram a porta do estábulo Sagrado, em um templo do século 17, localizado na cidade de Nikko, no Japão.
BULLYINGbullying é um termo de origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil, é utilizado para qualificar comportamentos agressivos seja no âmbito escolar ou não, praticado por meninos e por meninas. É um tipo de agressão tanto física quanto psicológica, e ocorre nas escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho, podendo ocorrer de forma intencional e repetitiva. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis, apenas com o intuito de diversão, prazer e poder, para maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas, deixando-a indefesa diante da agressão.Sabemos que nos últimos tempos, se tornou frequente pela mídia abordar reportagens sobre bulliying e as consequências que se reflete na vida de quem é agredido, e todos aqueles que o cercam. Entre essas reportagens, podemos citar o ocorrido em uma escola Municipal de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro no ano de 2011, onde um jovem de apenas vinte poucos anos, sem motivo aparente ou que justificasse tal atrocidade, entrou nesta escola, fortemente armado e começou a disparar contra inocentes alunos que ali assistiam tranquilamente suas aulas. No total foi 11 vítimas, inclusive o autor do crime que se suicidou. Conforme investigações da polícia, e depoimentos de ex colegas de classe do criminoso, este antes de pôr em prática sua crueldade, deixou uma carta dizendo o “motivo” que o estava levando executar o crime. Na época em que era estudante nessa mesma escola, ele teria sido vítima de bullying e sofrido as agressões por colegas de sala.Diante de tal acontecimento, isso nos faz pensarmos, o quão grave e devastador pode ser para quem é vítima desse mal.Entre os problemas emocionais que podem surgir diante das agressões sofridas destacam-se: baixa-autoestima, depressão, angustia, fobia, medo, problemas comportamentais e psíquicos, como transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre outros. O bullying também pode agravar problemas preexistentes, devido ao tempo prolongado de estresse a que a vítima é submetida. Em casos mais graves, podem-se observar quadros de esquizofrenia, homicídio e suicídio etc. E consequentemente o que poderá acabar resultando em uma dificuldade de aprendizagem ou como já foi dito, em um distúrbio psíquico mais grave, necessitando de intervenções por parte de psicólogos ou psiquiatras.Com isso percebemos, que um dos motivos que podem levar um aluno ao fracasso escolar ou a não-aprendizagem é o bullying.Sem perceber que o aluno está sendo vítima do bullying, o professor pode enquadrá-lo como aluno com dificuldade de aprendizagem e este se vê duas vezes, fracassado nas relações sociais e na aprendizagem. Por isso é fundamental que os pais e os profissionais da escola atentem especialmente para os seguintes sinais:
Em casa:·         Frequentemente se queixam de dores de cabeça, enjôo, dor de estômago, tonturas, vômi­tos, perda de apetite, insônia. Todos esses sintomas tendem a ser mais intensos no período que antecede o horário de as vítimas entrarem na escola.
·         Mudanças frequentes e intensas de estado de humor, com explosões repentinas de irritação ou raiva.
·         Geralmente elas não têm amigos ou, quando têm são bem poucos
·         Existe uma escassez de telefonemas, e-mails, torpedos, convites para festas, passeios ou viagens com o grupo escolar.
·         Passam a gastar mais dinheiro do que o habitual na cantina ou com a compra de objetos diversos com o intuito de presentear os outros.
·         Apresentam diversas desculpas (inclusive doenças físicas) para faltar às aulas.
Diante destes aspectos, é muito importante que os professores e os pais estejam atentos aos sintomas e ao comportamento, e principalmente que tenham diálogo franco com a criança, com o jovem ou adolescente, que estão sob seus cuidados, por que muitos não relatam a violência sofrida por medo.Na escola:·         No recreio, encontram-se isoladas do grupo, ou perto de alguns adultos que possam protegê-las
·         Na sala de aula apresentam postura retraída, faltas frequentes às aulas, mos­tram-se comumente tristes, deprimidas ou aflitas
·         Nos jogos ou atividades em grupo sempre são as últimas a serem escolhidas ou são excluídas
·         Aos poucos vão se desinteressando das atividades e tarefas escolares
·         Casos mais dramáticos apresentam hematomas, arranhões, cortes, roupas danificadas ou rasgadas.
Bullying professor-alunoO assédio escolar pode ser praticado de um professor para um aluno. As técnicas mais comuns são:·         intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua autoestima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação
·         assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas
·         ameaçar o aluno de reprovação
·         negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica
·         difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu
·         tortura física, mais comum em crianças pequenas, puxões de orelha, tapas e cascudos
Tais atos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e, em caso de recusa, por medida judicial.
“Em um estudo entre alunos autores de bullying, 51,8% afirmaram que não receberam nenhum tipo de orientação ou advertência por seus atos. Provavelmente porque 41,6% dos que admitiram ser alvos de bullying relatarem não ter solicitado ajuda aos colegas, professores ou família.”Um caso extremo de assédio escolar no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária emIowaEstados Unidos, que foi vítima de assédio escolar contínuo por três anos, o que incluía alcunhas(apelidos) jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados.
Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de DallasTexasEUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries.
Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema - seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento.Alguns casos de assédio escolar entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada(vamos refletir sobre o que éFAMÌLIA e quais os VALORES que queremos passar). O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros(Lamentável).
No Brasil, a gravidade do ato pode levar os jovens infratores à aplicação de medidas sócio-educativas.De acordo com o código penal brasileiro, a negligência com um crime pode ser tida como uma coautoria.Na área cível, e os pais dos bullies podem, pois, ser obrigados a pagar indenizações e podem haver processos por danos morais.
Os atos de assédio escolar configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico, mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de assédio escolar pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de assédio escolar que ocorram nesse contexto.
Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional" e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis,discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.
Consideração FinalFica evidente a importância da família na formação da personalidade e a participação diária na vida dos filhos.Se somos o espelho ou servimos de exemplo para aqueles que dizemos que amamos e que é parte de nós, precisamos então, rever os nossos conceitos como pais e formadores de cidadãos, e resgatar os valores de família para não criarmos seres humanos que será o reflexo de nós mesmo, como citado neste texto o caso de Petrópolis.Os praticantes desse mal chamado bullying são o resultado das vivências em seus lares. Precisamos estar atento aos nossos, nos preocupando com suas atitudes e principalmente abertos a diálogos francos e estar realmente presente.Quanto às vítimas de bullying, sem exceção, levarão marcas profundas provenientes das agres­sões para a vida adulta, e necessitarão de apoio psiquiátrico e/ou psicológico para a supe­ração do problema. Que os pais e educadores estejam sempre atentos para os sinais, e que não tardem em pedir ajuda e auxílio necessário.

Vamos refletir?



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

FILHOS DO QUARTO

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O TEXTO ABAIXO, NOS LEVA A REFLETIR COMO PAIS....ONDE ESTAMOS PERDENDO NOSSOS FILHOS??........

OS FILHOS DO QUARTO

Antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto!

Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos. Quero deixar bem claro que não sou contra e nem capetizo tudo isso. Mas queridos, precisamos ser sinceros: temos perdido o equilíbrio.



Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança. Quanta imaturidade a nossa.

Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é…

Alguns, como o garoto de São Vicente, perdem literalmente a vida, mas tantos outros aí, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de ídolos de youtube, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.

Dentro de seus quartos perdemos os filhos, pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar… Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados, e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.


Você hoje pode ler esse texto, amar, marcar os amigos. Pode enxergar nele verdades e refletir. Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço você um convite e, por favor aceite! 

Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablet, do fone de ouvido, convido você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por no mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além do sábado e domingo).

E jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, “dando trabalho” e que eles aprendem a viver em família e se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal !

Cassiana Tardivo

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

TDAH é um transtorno cerebral

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 Vi este post, circulando na rede social e achei relevante compartilhar com vocês. Vale a pena ler!!


Estudo aponta que déficit de atenção é transtorno cerebral




As pessoas com Transtorno por Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) têm o cérebro levemente menor, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira (16), que reitera que se trata de uma alteração física, e não apenas de uma má conduta.

Este estudo, o maior até agora dedicado ao cérebro das pessoas com esta síndrome, encontrou "diferenças estruturais" e evidências de atraso no desenvolvimento, segundo os pesquisadores.
"Os resultados de nosso estudo confirmam que as pessoas com TDAH têm diferenças na estrutura cerebral, o que sugere que o TDAH é um transtorno no cérebro", afirmou a diretora do estudo, Martine Hoogman, do Centro Médico da Universidade Radboud, na Holanda.
"Esperamos que isto ajude a reduzir o estigma de que o TDAH é 'apenas um rótulo' para crianças com dificuldades ou que é provocado por uma educação pobre", acrescentou em um comunicado.

As conclusões do estudo, no qual participaram 1.713 pessoas com esta síndrome e 1.529 pessoas sem ela, foi publicado na revista The Lancet Psychiatry.

O TDAH é diagnosticado geralmente na infância, mas pode perdurar nos adultos. Seus sintomas mais frequentes são os problemas de concentração, a hiperatividade e a impulsividade.

A causa do transtorno gera controvérsia e alguns especialistas insistem que o TDAH é apenas um pretexto para utilizar medicamentos que suavizem o comportamento de crianças com personalidades conflitivas.

Neste estudo, Hoogman e sua equipe analisaram as ressonâncias magnéticas de pessoas entre 4 e 63 anos, com ou sem TDAH, e mediram o volume total de seu cérebro, assim como o tamanho de sete regiões que podem estar vinculadas ao transtorno.

O volume total era menor em pessoas diagnosticadas com a síndrome, também de cinco zonas do cérebro, disseram os cientistas.

"Estas diferenças são muito pequenas (...) por isso, a dimensão de nosso estudo, sem precedentes, era crucial para nos ajudar a detectar isto", acrescentou Hoogman.

Outros estudos anteriores, que vinculam as mudanças no volume do cérebro com o TDAH, eram muito pequenos para ser conclusivos, afirmou.

Créditos/Fonte:

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Dê Responsabilidades.

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Oi pessoal, tudo bem? Ando sumida eu sei, mas perdoem-me. Nos últimos dois anos, minha vida mudou drasticamente por motivos de saúde em minha família, por isso os post demoram .... Bem, mas vamos lá.

Hoje quero postar sobre algumas "tarefas" que nos pais podemos e devemos incentivar os filhos a realizarem. Além de dar autonomia a criança, a responsabilidade que se desenvolve, ajuda na educação para vida.

Com isto, se fortalece o vínculo com a família, uma vez que a união se estabelece para a realização das tarefas e ao mesmo tempo mostra a importância para criança de cuidar de um espaço que seja seu ou comum á todos. É importante saber que a cada idade o modo de participação será diferente de acordo com seu desenvolvimento.

Outro ponto importante é que isso não seja uma obrigação e rotina, mas algo que traga satisfação para criança, e que poderia ser combinado antes como alguma coisa que ela goste de fazer, lembrando que, toda e qualquer atividade deve sempre ser realizada sobre a supervisão de um adulto para que não ocorra riscos a saúde.

Devemos sempre elogiar por menor que seja o esforço ou a tarefa realizada, mostrando assim a importância que a criança tem dentro da família e como é importante sua participação.

Vou deixar uma tabela como exemplo de tarefas de acordo com cada faixa etária.




Att,


Taismara.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Força CHAPE!!

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O que dizer em uma hora tão difícil como esta, o Brasil está de Luto! Deixo aqui, os meus sentimentos a cada família, que Deus conforte e fortaleça á todos. FORÇA CHAPE!