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quarta-feira, 8 de junho de 2016

“Semelhanças e Diferenças em crianças com autismo e aquelas crianças com apraxia de fala”

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Boa noite pessoal,Recebi este texto  em meu email, da fonoaudióloga estadunidense Tracy Vail, e que foi traduzido pela Mariana Chuy. advogada e mãe do Gabriel.O texto está disponível no site http://apraxiabrasil.org  e fala sobre às “Semelhanças e Diferenças em crianças com autismo e aquelas crianças com apraxia de fala”. que por sinal é muito interessante, e vou compartilhar com vocês. Espero que gostem. 

Att,


Taismara.



De antemão, a fim de evitar interpretações distorcidas, esclareço que um ou outro diagnóstico são igualmente pesados de serem recebidos. Não há aqui, qualquer intenção de classificar um ou outro em graus de maior ou menor dificuldade. O objetivo é tentar buscar o correto diagnóstico para se ter o correto e adequado tratamento. Marquei em negrito e sublinhado a parte mais conclusiva do texto.


“No início da minha carreira eu me dediquei a acompanhar crianças muito jovens e me especializei no tratamento de crianças com autismo. Minha experiência clínica tem sido a de que, possivelmente, sobre 20% das crianças com autismo que eu vejo também têm apraxia de fala. Esses distúrbios podem ocorrer isoladamente ou em combinação. Os médicos e coordenadores de casos de intervenção precoce muitas vezes encaminham as crianças para os serviços fonoaudiológicos quando vêem que possuem "tendências autistas" e muitas vezes bem antes que o diagnóstico tenha sido confirmado.
Após 22 anos, tenho notado que parece haver um grupo de crianças que demonstram tendências autistas quando são muito jovens, mas mais tarde em vez disso são diagnosticados com apraxia de fala. Muitas dessas crianças têm problemas sensoriais e não são muito social. (É difícil ser social, quando ninguém entende você!) Algumas crianças muito pequenas com apraxia podem até apresentar alguns comportamentos de jogo perseverative no início, mas normalmente os superam  muito rapidamente. Ambos os distúrbios são muitas vezes descritos como tendo uma base neurológica.
Como tenho quatro filhos, eu sei o quão desesperadamente os pais querem saber exatamente o que está acontecendo com a sua criança. É assustador obter qualquer dos diagnósticos para o seu filho, especialmente quando você começa a coleta de informações e a ouvir tantos relatórios de progresso e prognóstico para a melhoria. Isto é uma verdade tanto para apraxia quanto para o autismo. É normal passar por um processo de luto sempre que você recebe a notícia de que seu filho tem uma deficiência e eu entendo a necessidade dos pais para progredir através dos estágios do luto. Eles precisam conversar e obter o apoio de outras pessoas.
Ainda assim, quando uma criança é muito, muito jovem, eu nem sequer discuto um diagnóstico, mas em concentrar-se em identificar e tratar os sintomas. As razões são que, primeiro, o diagnóstico de autismo requer uma equipe de profissionais com experiência em uma variedade de áreas de desenvolvimento. Um fonoaudiólogo não pode, por razões éticas, diagnosticar o autismo de forma independente, mesmo se ele ou ela estivessem com muitos indicativos sobre o diagnóstico de uma criança em particular. Em segundo lugar, eu vi muitas crianças com diagnóstico de autismo vir para a clínica com dois anos e ter o diagnóstico retirado mais tarde. (Por favor, que fique claro que nestes casos a criança foi diagnosticada incorretamente e não que a tenhamos "curado"). Eu também vi casos de crianças que têm o diagnóstico descartado aos dois anos de idade, mas mais tarde o autismo é confirmado. A questão é que não estamos lidando com uma ciência exata o suficiente para dizer com certeza para muitas das crianças. A mesma coisa pode ser dita para crianças com apraxia de fala.
Eu não quero parecer insensível ou não dar o devido apoio aos pais quando sentem que precisam de mim para validar suas impressões de diagnóstico de seu filho. Eu quero que os pais sejam apoiados e consolados e recomendo grupos de apoio e aconselhamento, se necessário. Eu apenas sinto que o meu papel como fonoaudióloga deve se concentrar em ajudar os pais a aprenderem a ensinar habilidades específicas para seu filho. Temos tempo limitado e devemos priorizar a forma de gastá-lo.
Determinamos as necessidades de serviços para cada criança com base na gravidade dos sintomas apresentados. Se vemos problemas no planejamento motor, abordamos esses. Se vemos problemas sensoriais, abordamos esses. Se vemos problemas sociais, abordamos esses. Realmente não importa porque "razão" contanto que as áreas problemáticas sejam tratadas. Eu penso que nós podemos gastar uma grande quantidade de tempo e energia, tanto como pais e profissionais, centrando-nos em comportamentos específicos para "provar" ....ele é ou não é?? A verdadeira resposta virá com o tempo quando a criança nos ensinar como ele aprende melhor e se movimenta nos estágios de desenvolvimento. Podemos lidar com isso quando chegar a hora e saber que de qualquer forma, o progresso vai continuar. Nem mesmo o diagnóstico pode fornecer uma imagem do que a criança irá "parecer" em vinte anos. O melhor que podemos fazer para todas as crianças é dar-lhes o melhor e a mais intensa intervenção precoce possível.

[Tracy Vail, MS, CCC-SLP, é fonoaudióloga há mais de 25 anos, praticando tanto na escola pública e clínicas privadas. Ela tem um interesse específico em crianças com autismo e apraxia de fala na infância. Ela atualmente possui um consultório particular, “Let´s Talk”, em Raleigh, NC, onde ela fornece ambos os serviços diretos e consultivos. Ela também é ex-presidente da North Carolina Speech, Hearing and Language Association. Além disso, ela tem contribuído com artigos para o site da Apraxia-Kids.]
Tradução: Mariana Chuy. advogada e mãe do Gabriel

segunda-feira, 6 de junho de 2016

CARTA DE UMA ALUNA PSICOPEDAGOGA

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Boa tarde,
Gostaria de compartilha com vocês, esta carta que foi compartilhada na rede social, e que sem dúvida é um incentivo e ao mesmo tempo nos mostra o quanto temos que aprender sempre.

Carta de uma aluna psicopedagoga


Após 4 anos cursando a faculdade de Psicologia, quero compartilhar algumas experiências.
A essa altura cheguei à conclusão que todo (a) psicopedagogo (a) formado, seja clínico ou institucional, deveria fazer uma outra graduação. E digo isso não só para adquirir mais conhecimentos, mas principalmente para entender na pele as queixa dos alunos.
Quando me dizem: “Tenho muita coisa para estudar!”, “Não sei para que estou estudando esse assunto”, “Alguns professores não são bons e outros são fantásticos”, quando mencionam coisas desse tipo, eu sei exatamente do que estão falando.
Estudando tenho a oportunidade de desenvolver melhores técnicas de estudo para dar conta de tanta coisa e compreender na prática que nem todos aprendem da mesma maneira, pois temos ritmos diferentes, maneiras diferentes, e a técnica que serve para mim, talvez não sirva para meu colega.
Aprendi também que é preciso ter muita, mas muita organização para dar conta e dessa forma posso entender melhor um aluno que não é organizado com seus estudos e conseguir ajudá-lo melhor em sua organização de calendários, entrega de trabalhos, apresentação de grupos, preparação de uma aula. E se não tiverem organização podem ter baixo desempenho e serem taxados de alunos com dificuldades de aprendizagem, sem ter dificuldades para aprender.
Consigo entender melhor quando meu aluno diz: “Eu queria estar jogando futebol e não estudando essas provas”, e aí penso “Eu queria estar escrevendo mais livros ou dando mais palestras", ao invés de negar por falta de tempo, e assim posso ajudá-lo a compreender que há fases que precisamos abrir mão de algumas coisas em benefício de outras que nos serão úteis.
Também consigo entender esse cansaço que é assistir aula todos os dias do ano com exceção das férias e compreender quando ele diz que gostaria de ficar dormindo um pouco mais ao invés de levantar às 5:30 da manhã para assistir aula e algumas muito chatas por sinal, mas que também levanto disposta toda vez que sei que terei uma aula com um ótimo professor ou professora e então tenho cada vez mais certeza como é importante uma aula dinâmica e bem ministrada porque aprendemos mais.
E entender também que as provas, por mais que digam que é apenas um instrumento de medida, é na verdade um terror, que nos amedronta, nos estressa, porque se não tirarmos uma boa nota perderemos a matéria ou vamos para final. Mas poderei dizer a meu aluno, com propriedade, que para alcançar uma boa nota tudo dependerá dele não acumular assunto, colocar em dia sua aprendizagem, diminuir o tempo que fica em redes sociais, organizar-se, ter boas estratégias cognitivas e metacognitivas e poder estudar de maneira mais eficaz.
É literalmente aprender a nadar entrando na água e não somente observando.
E diante de todas as minhas atribuições de mãe, de esposa e de trabalhadora, e por conseguir passar por isto, incentivo muito que psicopedagogos façam psicologia ou outra área afim. É cansativo? Sim. É exaustivo? Sim. Mas a quantidade de aprendizagem de conteúdo e de tudo que acabei de relatar, que está me servindo demais em meus atendimentos com meus pacientes principalmente com adolescentes e alunos de faculdade, posso dizer que vale muito à pena.
Quem já fez curso comigo sabe o quanto incentivo meus alunos a estudarem e buscar mais e mais fontes de informação e passar por algumas situações de aprendizagem como essa. Só passando por dificuldades evoluímos.
E esse texto saiu numa pausa nos estudos em meio a uma semana de provas estressantes, mas é também nesse período que sei exatamente como meus pacientes se sentem na semana de provas.
Essa é uma aprendizagem e tanto. Isso não tem preço!
Simaia Sampaio
05/06/2016.

domingo, 5 de junho de 2016

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Bom dia leitores(as),

Este é um post de informação sobre alguns comentários que recebo no blog e devido algum problema interno do sistema, não consigo responder aos comentários.

Gostaria de esclarecer que este blog foi criado com a finalidade única e exclusiva de informar, esclarecer e tirar dúvidas a respeito da área psicopedagógica ou sobre qualquer área que eu ache relevante ou que seja de utilidade pública.

Todas as informações contidas neste blog é de experiência pessoal, ou de artigos, de outros sites, ou de blogs da área relacionada. Sempre deixo no final do post, a fonte e créditos da qual usei para prestar as informações.

No meu perfil, informo minha profissão. Sou bióloga, professora da rede estadual do estado de São Paulo e pós graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional.

Alguns posts trazem informações, sobre a psicopedagogia e área da educação. Essas informações como já mencionei antes, são retiradas algumas vezes de outros sites, isso não quer dizer que faço uso, como por exemplo : "Post sobre- Materiais para Consultório Psicopedagógico".
Alguns dos materiais ali mencionados, só podem ser utilizados por psicólogos(alguns testes específicos), aprendi isso durante o curso de psicopedagogia.
Mas como devem saber, alguns profissionais são psicopedagogos e psicólogos, logo, eles podem aplicar testes específicos da área, que não é meu caso.
Estou esclarecendo isso, por que fui questionada por uma leitora, sendo eu bióloga, como obtive autorização para aplicar testes exclusivos de psicólogos. Sendo assim, informo que não aplico testes de psicólogos, são apenas informações para aqueles que são recém formados na área tanto da psicopedagogia quanto da psicologia.

Espero contribuir sempre, com informações que possam ajudar com nosso crescimento tanto profissional quanto pessoal.

Forte abraço.

Att,


Taismara

sábado, 4 de junho de 2016

Curso online Gratuito Dislexia

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Nova turma em Agosto de 2016 !! Fiquem atentos a data.


A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) lançou, junto com o Instituto ABCD, uma plataforma para capacitação de professores, online e gratuito, sobre a Dislexia. Para o curso, acesse o site Dislexia Brasil.

Bom estudos!!

Para o curso de Libras acesse:

quinta-feira, 2 de junho de 2016

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Oi gente, olha só essas receitas caseiras para fazer nas férias com as crianças. Além de treinar a coordenação motora, irá estimular a criatividade, e o mais importante, a participação dos pais na brincadeira com seus filhos. A diversão está garantida! 



Geleca caseira ou amoeba


Essa receita caseira de geleca ou amoeba rende uma bela aula de ciências, ou uma boa diversão em casa.

Material
¾ de copo de água fria
1 xícara de cola
Algumas gotas de corante alimentício
½ xícara de água quente
1 colher de chá de bórax

Instruções:
Em uma tigela misture a água fria, cola e corante.
Em outra vasilha misture a água quente e o bórax até que fique completamente dissolvido.
Lentamente adicione aos poucos a mistura de cola na mistura de bórax. Misture bem, retire o excesso de água.







   Geleia sensorial para as crianças brincarem



Brincar e coçar é só começar! Apesar disso, apresentar às crianças novos elementos para a brincadeira pode resultar em novas e mais criativas brincadeiras. Então, a dica de hoje é do blog Just reals moms é uma dica para incrementar a brincadeira dos pequenos, ms também para te ajudar a economizar, criando um brinquedo lúdico, sensorial e sem gastar quase nada.
Você vai precisar de:
  • 1 tubo de cola escolar líquida (aproximadamente 147 ml)
  • 1/2 ou 3/4 de xícara de amido líquido (receita ao final)
  • Tinta à base de água ou corantes alimentícios (preto, turquesa, violeta e branco ou prata)
  • Purpurina de várias cores
Importante: para cada cor de tinta, você fará uma porção de geleia.
Receita do amido líquido:
Coloque 1 ½ xícara de água em uma panela para ferver. Enquanto isso, adicione de 2 a 3 colheres de sopa de amido de milho em 3 colheres de sopa de água fria. Misture bem até dissolver. Após a água ferver, adicione lentamente a mistura de amido de milho e água fria, e continue misturando por 1 minuto. O líquido estará incolor ou um pouco turvo. Retire a panela do fogo e deixe esfriando.
Modo de fazer geleia:
Para começar, coloque a cola em uma tigela e acrescente o corante ou a tinta e a purpurina e mexa bem. Em seguida, adicione o amido líquido aos poucos, ao mesmo tempo em que mistura. Você vai observar uma mudança de consistência neste processo e, a partir daí, poderá misturar com as mãos, como se fosse uma massa de pão. Cuidado com a quantidade de amido, pois se adicionar muito, perderá a elasticidade. Vá fazendo testes enquanto adiciona, para não correr o risco de estragar. Por fim, junte toda as cores das geleias feitas e forme um espiral, lembrando assim, uma galáxia. Depois, é só chamar os pequenos para misturar tudo e se divertir muito.


Fonte/Créditos:
 www.pragentemiuda.org
www.pedagogiadascores.com.br
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/economizar/indicacao/faca-voce-mesmo-geleia-sensorial-para-as-criancas-brincarem/

segunda-feira, 4 de abril de 2016

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Síndrome de Guillain-Barré: a doença que está crescendo no Brasil (e que você precisa conhecer)


Olá queridos(as),

Hoje lendo uma matéria publicada em um Blog, o qual deixarei o link no final, me deixou surpresa e inquieta em compartilhar o quanto antes essa informação que também é de utilidade pública. Acredito que assim como eu, poucos sabem sobre essa nova doença. 

A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença neurológica grave caracterizada pela inflamação dos nervos e fraqueza muscular, que em alguns casos pode ser fatal. Geralmente ela é diagnosticada após algumas semanas de uma infecção viral como dengue ou Zika Vírus, por exemplo.

Segundo as informações do Blog "mil dicas de mãe" essa doença tem sido manchete de vários jornais por conta da suposta ligação com o Zika Vírus (que está praticamente comprovada).
E essa pode ser a explicação para o aumento do número de pessoas no Brasil com a Síndrome de Guillain-Barré (doença considerada rara). Só na Bahia, no ano passado, foram 53 casos confirmados, segundo boletim da Secretaria Estadual da Saúde.
Sendo assim devemos ficar alerta quanto aos primeiros sinais da doença.
O neurologista do Hospital Sarah, em Brasília, Eduardo Uchôa, explica que a síndrome é uma reação autoimune do corpo. O organismo começa a combater um microorganismo, como vírus ou bactéria, e acaba atacando a si próprio. Não existem formas de evitar a doença e as informações sobre a origem são controversas. “Por algum motivo, nosso corpo produz, através de suas células de defesa, anticorpos contra o nosso nervo periférico”, explica o especialista.
Segundo Eduardo Uchôa, dois terços dos casos da Síndrome de Guillain-Barré são precedidos por quadros de gripe ou diarreia e todos os sintomas aparecem em até quatro semanas após os primeiros sinais.
“No quadro inicial, o paciente, geralmente, apresenta alterações de sensibilidade, tem formigamento, sintomas um pouco inespecíficos. Isso vai progredindo para um quadro de fraqueza, chamada de paralisia flácida ascendente, que costuma começar nas pernas e vai subindo. Isso tende a evoluir ao longo de até quatro semanas”, explica Uchôa.


Os sintomas da Síndrome de Guillain-Barré podem ser:


  • Fraqueza muscular, que geralmente começa nas pernas, mas depois atinge os braços, diafragma e também os músculos da face e da boca, prejudicando a fala e a alimentação;
  • Formigamento e perda de sensibilidade nos braços e nas pernas;
  • Dor nas costas, nos quadris e nas coxas;
  • Palpitações no peito, coração acelerado;
  • Alterações da pressão, podendo haver pressão alta ou baixa;
  • Dificuldade para respirar e para engolir;
  • Dificuldade em controlar a urina e as fezes;
  • Medo, ansiedade, desmaio e vertigem.


Quando o diafragma é atingido, o paciente começa a sentir dificuldade para respirar, e neste caso é importante que o paciente seja ligado a aparelhos para respirar. Em caso de suspeita de Guillain-Barré deve-se ir rapidamente para o hospital ou ao neurologista. 
Sendo assim, podemos concluir que a melhor forma de combater e evitar todas essas doenças é a conscientização para eliminar o foco do transmissor, que é o mosquito Aedes Aegypti. Vamos fazer nossa parte. 
Espero ter ajudado com as informações. Vamos repassar.

Att,


Taismara 



http://www.mildicasdemae.com.br/2016/03/sindrome-de-guillain-barre-informe-se-sobre-doenca-que-vem-crescendo-entre-os-brasileiros.html

http://www.tuasaude.com/sindrome-de-guillain-barre/
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/entenda-o-que-e-sindrome-de-guillain-barre